quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Questionário...

Inspirada pelo blog da Migalhinhas, eis que coloquei aqui umas perguntas que vão revelar tudo aquilo que eu nunca disse...


HÁ 10 ANOS: Acho que tinha 9 anos. Foi com essa idade que comecei a usar óculos e que me deram o meu cão... Era uma "pita" tão ou mais traquinas que um "puto" e sabia aproveitar bem todas as brincadeiras...

HÁ 5 ANOS: Com 14 anos... Já tocava Clarinete há coisa de um ano. Mais ou menos por essa altura começou a minha vida familiar a descambar... Encontrava-me no 9º ano e sempre com as mais altas classificações... Ah, e mudei completamente o meu visual...

HÁ 2 ANOS: 17 anos... Mudança radical de vida: entrei para a EPMVC! 

HÁ 1 ANO: Atingi a maioridade e foi o ano mais espectacular da minha vida...!!!

HOJE: Tenho 19 anos e uso franja. Fui ontem ao cabeleireiro ajeitá-la para que a pudesse voltar a usar... Estou cansada e tenho sono.

AMANHÃ EU VOU: Ter aula de instrumento! À noite vou ver "A Serrana" e depois vou com os meus amigos para o Rythmos...

CINCO COISAS SEM AS QUAIS NÃO POSSO VIVER: 1º Sangue , 2º Comida , 3º Família e o meu cão , 4º Amigos (os verdadeiros!!!) , 5º Música

CINCO COISAS QUE EU COMPRARIA COM 1000€: A carta de condução.

CINCO MAUS HÁBITOS: Deitar tarde (não tenho sono mais cedo...), inchar o pescoço quando toco (até hoje ainda não consegui controlar isso, mas vou conseguir...), falar alto (não é defeito... é das origens...), comer (desalmadamente) chocolate e, por fim, nunca estar calada (isto é mau hábito???).

CINCO SÉRIES DE TV: "Every Body Hates Chris" , "Dr House", "Em Contacto" , "The Simpsons" , "Family Guy" 

1. a tua última relação foi um erro? Não foi relação. Nem de longe, nem de perto. Nem sequer sei bem o que foi. E não, não foi um erro. Acho que tudo o que nos ensina algo já por si só é proveitoso, e eu cresci, em muitos aspectos com isso.

2. quem foi a última pessoa que te disse “amo-te”? Não interessa pronunciar nomes, mas quem foi, sabe-o e sou hoje muito feliz por essa pessoa um dia me ter dito essa palavra.

3. lamentas-te muitas vezes? Imensas, infelizmente.

4. és tímido ou extrovertido? Tenho muito das duas. 

5. és um rapaz ou uma rapariga? Sou rapariga!!!

6. qual é o estado da tua relação? Estou com o coração ocupado... comigo, com amigos e família.

7. como queres morrer? Eu quero é viver. Mas como, infelizmente, o ser humano é o único animal que tem a noção que um dia vai morrer, então, a pensar nisso, gostava de morrer sem ter nada por fazer nem dizer, como disse António Feio.

8. qual foi a ultima coisa que comeste? Acabei de degustar uma costeleta temperada e grelhada por mim.

9. fazes algum desporto? Não, com bastante tristeza minha.

10. róis as unhas? Todas, todinhas!!! Chego a fazer sangue...

11. quando foi a tua ultima luta física? Na aula de educação física da Sexta-Feira passada: não consigo fazer flexões...

12. tens atitude? Tenho. Mas, às vezes, deixo muito a desejar.

13. gostas de alguém? Gosto de algumas pessoas.

14. qual o teu verdadeiro nome? Andreia Filipa Pereira Fernandes, mas por favor, chamem-me só Andreia. Não suporto que me chamem Filipa...

15. odeias alguém neste momento? O ódio é um sentimento muito forte que eu penso que não sinto por ninguém, mas sim, há duas pessoas que eu não suporto mesmo.

16. sentes a falta de algo? Sim...

17. tens animais de estimação? Tenho um cão. Ou melhor, uma pessoa transfigurada num cão... :) O meu Pikacho é fenomenal!

18. como te sentes hoje? Tranquila.

19. já comeste num carro onde alguém ou tu estava a conduzir? Claro! Até já sujei uns estofos com bolachas de chocolate. 

20. tens medo de aranhas? I-M-E-N-S-O-!

21. se te dessem a oportunidade de voltar atrás, tu voltavas? Voltava... Voltava sim...

22. lamentas alguma coisa no teu passado? Inúmeras coisas.

23. quais os teus planos para este fim-de-semana? Curtir à grande na Sexta à noite, aulas no Sábado de manhã, ensaio da Banda no Sábado à tarde e morrer de tédio o resto do fim-de-semana, isto se não arranjar maneira de ir a Monção, o que, mais uma vez, é muito provável...

24. queres ter filhos? quantos? como se irao chamar? Digo sempre que não, mas na verdade quero. Gostava de ter apenas um, mas se vierem mais e eu tiver condições, então que venham... Não tenho preferência no género, por isso se fosse menina chamar-se-ia Beatriz, se fosse menino chamar-se-ia David ou Diogo.

25. já alguma vez beijaste alguém cujo nome comece por um S? Não.  

26. tens piercings? Não.

27. consegues falar bem? Sim, isso sim. A minha expressão oral até hoje ainda não me deixou ficar mal.

28. sentes falta de alguém do teu passado? Quem? Sim. Imensa... Sinto falta do meu pai.

29. já fizeste alguma festa do pijama? Não.

30. já alguma vez estiveste em cima de um cavalo? Se estiveres a referir-te ao animal em si, não, nunca estive. Se te estiveres a referir a alguém no sentido figurativo então sim, já estive.

31. já beijaste alguém nojento? Se eu achasse nojento não beijaria de certeza.

32. já partiste o coração de alguém? Já, e a mais do que uma pessoa. E não é nada de que me orgulhe.

33. já alguma vez foste enganado? Não sei... Não sei mesmo...

34. já alguma vez fizeste o teu namorado chorar?  Que eu visse não...

35. queres viver com alguém sem casar? Tal como qualquer mulher, pelo menos tradicional como eu sou, o meu sonho é casar e que esse seja um dia inesquecível...

36. o que devias estar a fazer? Acho que por hoje já fiz tudo o que devia ter feito. Congratulo-me, porque nem toda a gente se pode gabar de poder dizer isto...

37. já gostaste tanto de alguém que até magoasse? Já... Já sim... :(

38. tens namorado? Não.

39. qual é a tua cor favorita? É o azul, sem dúvida.

40. confias facilmente nas pessoas? Nas que vejo que posso confiar, sim. E até hoje ainda não me dei mal.

41. tens uma boa relação com os teus pais? Com a minha mãe: não, definitivamente.

42. qual foi a ultima pessoa que te viu chorar? A minha mãe.

43. dás segundas hipóteses facilmente? Dou segundas, terceiras, quartas.... Não devia, e isto é um defeito, mas... "o coração tem razões que a razão desconhece..."

44. é mais fácil perdoar ou esquecer? Eu sigo a teoria de que se não esquecemos é porque não perdoamos.

45. este é o melhor ano da tua vida? Não, de maneira nenhuma.

46. qual o nome que te chamavam em criança? Olívia Palito.

47. já alguma vez foste para algum sitio completamente despido? Sim, para a banheira... É um sítio, ou não?

48. acreditas que tudo acontece por um motivo? Sim. Acho que isso é das maiores verdades que podem haver.

49. qual é a ultima coisa que tu fazes antes de te deitar? Confirmar se tenho o despertador activo.

50. o que é que te incomoda? Ver pessoas de valor a caírem no ridículo pelas atitudes que tomam.

51. já alguma vez estiveste fora do país? Sim.

52. estás a ouvir musica neste momento? É óbvio. Isso é daquelas coisas que não podiam deixar de ser.

53. gostas de comida chinesa? Adoro.

54. tens medo do escuro? Muito.

55. nunca fazes batota? Um bom jogador faz sempre batota... Aí é que reside a ciência... eheheh

56. és rancoroso? Às vezes devia sê-lo e apetece-me sê-lo e tenho vontade de sê-lo, mas passados 5 minutos já nem consigo sê-lo nem me lembro dos motivos que me levaram a ter essa vontade.

57. consegues manter sapatos brancos limpos? Não acredito. Até porque eu gosto de sapatos (ou melhor, sapatilhas) escuras...

58. acreditas no verdadeiro amor? Acredito, claro. O amor é o que desencadeia a vida.

59. gostas de sair á noite? Gosto e muito. Sou jovem, se disse-se o contrário estaria doente.

60. queres-te casar? Resposta na questão 35 ...

61. é amoroso quando um rapaz te trata por “bebé”? Então não é??? É bonito e eu gosto :)

62. estás com fome? Neste preciso momento não, mas daqui a bocado vou comer a minha tigelinha de Nestum :P

63. o que te faz feliz? Tudo o que não me faça sofrer.

64. mudavas o teu nome? Se me perguntasses isso quando eu era pequena, a minha resposta seria logo "Sim, eu gostava de me chamar Sara!". Mas agora acho que não o mudaria. Gosto de ser a Andreia :)

65. gostavas de ir aos Pirenéus? Gostava, claro.

66. vês as notícias? Para ser sincera, não vejo muitas. As essenciais, somente.

67. qual é o teu signo? Peixes.

68. gostas de andar de metro? Nunca andei.

69. foi difícil beijar a ultima pessoa que beijaste? Não. Difícil é admitir a probabilidade de nunca mais a beijar...

70. o teu melhor amigo do sexo oposto gosta de ti, o que fazes? Exponho-lhe a verdade. Muito provavelmente será uma confusão de sentimentos.

71. gostas de falar com os teus amigos? Se gosto???????

72. já alguma vez fingiste não ver alguém que conhecias? Muitas vezes. Quando tem de ser. Aliás, quem é que nunca o fez?

73. és teimoso? Bastante, mas há pessoas bem piores do que eu.

74. qual foi a ultima pessoa do sexo oposto que falou contigo? O meu trompista favorito :)

75. faz diferença que a pessoa com quem namoras fume? Não. Hoje em dia o tabaco já não é tabú e muito menos as consequências que dele advêm. Cada um tem cabeça para pensar por si sobre o que é melhor para a sua saúde. 

76. qual foi a ultima pessoa com quem tiveste uma conversa depressiva? Com a Mónica e com o Miguel <3

77. qual é a tua musica favorita? Heroe - Il Divo




Mais algo que queiras saber???
Acho que não deve haver mais questão nenhuma, mas se houver, pergunta :)

domingo, 12 de setembro de 2010

"Sorri com tranquilidade
Quando alguém te calunia.
Quem sabe o que não seria
Se ele dissesse a verdade..."

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Uma vida... Mil Lágrimas... Um milhão de sorrisos...

Era uma vez um espermatozóide. 
Não. Não me refiro a um espermatozóide qualquer. Refiro-me, sim, àquele que foi o mais forte, potente e perspicaz de todo o grupo. Um grupo formado por milhares de milhões de outros espermatozóides iguais entre si.
Esse espermatozóide entrou num óvulo e desde logo começaram a trabalhar em conjunto.
Durante 9 meses, sem qualquer tipo de pausa, trabalharam incansavelmente na criação de um ser.
Na manhã da fria Terça-Feira, dia 26 do mês de Fevereiro, do já longínquo ano de 1991, nasce, com 53cm e cerca de 3 kg, o resultado de 9 meses de luta intensa de dois "seres" minúsculos: Andreia Filipa Pereira Fernandes, de seu nome. A única menina da família.
Segundo descreve a progenitora, a equipa especializada que colaborou no trabalho de parto ficou abismada com tal criatura e disse "Parabéns aos pais! Têm aqui uma bela rapariga! Há muito tempo que não nascia por aqui uma bebé tão linda!"
Foi crescendo saudável. Teve uma infância feliz com tudo ao que uma criança tem direito.
Eram raras as vezes que não aparecia com mais uma nódoa negra nas pernas ou mais uma arranhadela nos braços, oriundos de subidas a árvores, postes, redes, andar de bicicleta sem mãos, ir brincar para o monte... Enfim, tudo o que uma criança feliz faz.
Com 6 anos entra na escola primária.
Sempre foi uma criança inteligente e muito comunicativa, embora os primeiros tempos lhe tivessem custado isto porque estava habituada a brincar com os amiguinhos na rua, e o facto de estar todo o dia fechada numa sala a ver o seu "habitat natural" pela janela não era fácil. Mas nada que em duas semanas não passasse.
Nunca gostou muito da sua turma. Eram, quase todos, demasiado "chiques" para aquilo que ela estava acostumada. 
Que impressão lhe causava quando algum dos seus coleguinhas não emprestava alguma caneta de pintar ou até quando alguma menina dizia "Ai! Eu quero aquele Nenuco assim e assado...!" quando ela e os seus amigos brincavam com bonecas sem cabeça ou membros e divertiam-se à grande.
No entanto, teve essa turma nos anos que se seguiram. Sempre se deu com as pessoas "do povo". As pessoas mais autênticas, as mais verdadeiras e genuínas.
O melhor da sua infância eram, sem dúvida, os Verões. Era a sua alegria poder brincar com todos os seus amigos de manhã até à noite, sem mostrar o mínimo cansaço e, melhor do que isso, era ir para as festas de Monção. 
Sempre que o Verão acabava sentia um vazio tremendo, pois sabia que já não tinha tempo para brincar com o seu grupinho e que tinha de estar, durante mais um ano lectivo, inserida no meio de meninos de quem ela não gostava muito.
Foi assim até ao seu 6º ano.
No 7º ano mudou de turma. E foi a melhor coisa que lhe podia ter acontecido. E porquê? Porque foi para um conjunto onde todos eram iguais. Todos eram "gente do povo". Todos se davam bem.
Foi mesmo nesse ano, com 12 anos, que teve a sua primeira paixoneta a sério. Paixoneta essa que durou até ao 9º ano!!!
Quando tinha acabado de completar 13 anos, começou a aprender Clarinete com aquele professor que a marcou para a vida, David Piñeiro, na Banda Musical de Monção. 
Estudava que se fartava...! O objectivo dela era entrar para a Banda no concerto de Natal. Objectivo que foi mais do que cumprido, pois entrou para lá em Outubro desse mesmo ano.
Ainda com 13 anos, mais concretamente a 10 de Julho de 2005, acordou mal-disposta. Meia esquisita e só lhe apetecia chorar e estar sozinha. Os pais acharam estranho mas ela preferia não dizer nada, até porque nem ela sabia o que se passava. Pela tarde, estava ela a ver TV com a família e sente que algo estranho tinha saído de si. Foi, horrorizada, a correr para a casa de banho. E eis que, para seu horror, lhe tinha vindo, pela primeira vez, o período. 
Coisa normal... Estava na puberdade.
Passou-se o 7º ano... O 8º ano... E chegamos ao Verão de 2005. Tinha tudo para ser o melhor Verão de sempre, e tudo porque seria o seu primeiro Verão na Banda e estava desejosa por entrar na rotina das festas da Banda. Mas houve duas nuances...: a primeira é que foi um ano terrivelmente mau de festas para a Banda; a segunda é que, no dia 27 de Julho, perdeu o seu avô paterno. Avô esse que ela tanto amava...
Com 14 anos entra com o pé direito no 9º ano. Este sim, foi o ano de todas as mudanças. Para além de se ter destacado como sendo das melhores alunas da escola, passou de patinho feio a cisne.
Em Dezembro de 2005 a sua vida e da sua família começou a afundar-se. A saúde do pai estava cada vez mais fragilizada. A ida para o hospital com o progenitor passou a ser uma constante. Apesar de tudo, ela nunca se deixou abater. 
Cada vez tinha melhores notas e era ela que tinha de dar apoio a toda a família. Ficando mesmo a encontrar nos amigos o seu único refúgio.
A 9 de Abril de 2006 deixou de ser a única menina da família. Nesse dia nascera-lhe a primeira prima (pelo lado do pai). No início sentiu um confesso ciúme, mas desde logo aquele ser se tornou a luz dos seus olhos.
A 8 de Junho desse mesmo ano dá-se a perda do pai, e com isto toda a reviravolta da sua vida.
A família completamente zangada e separada; as dificuldades económicas; a depressão da mãe e o desgaste do irmão; e toda uma panóplia de más vibrações que nunca mais acabou.
Os amigos sempre foram o apoio desta adolescente que, agora com 15 anos, já se sentia mais madura do que muitos adultos.
No mês que se seguiu fez, pela primeira vez, provas para a Escola Profissional de Música de Viana do Castelo mas não logrou entrar. Não desesperou por isso.
As festas da Banda sempre a ajudavam a abstrair-se e a ganhar algum dinheiro para as suas próprias despesas e para ajudar em casa.
Em Setembro vai para a Escola Secundária. Mais um ano com boas notas, apesar de poderem ter sido muito melhores.
Em 2007 tem o seu primeiro namorado, tinha, agora, 16 anos.
Em 2008 dá-se toda a quebra na sua vida. Vai viver com a mãe para Viana e deixa todo o seu mundo para trás. Desde o princípio que as coisas não correram bem. Teve de voltar para Monção. Não havia alternativa.
Nesse mesmo ano volta a tentar a sua sorte na EPMVC, conseguindo, desta vez, um lugar para seguir o curso que sempre desejou.
A partir de Setembro de 2008, 17 anos, tempo em que começou a estudar na dita escola, a sua vida deu a volta de 180º que havia muito tempo que necessitava dar. Agora tudo corria bem. Pelo menos aparentemente. Em casa as coisas nunca foram as melhores, mas ela pensa sempre que há quem nem sequer tenha uma cama limpa para dormir, e isso sossega-a, de certa forma.
Foi, também, a partir desta etapa da sua vida que a sua relação com alguns colegas da Banda em que andava na altura começou a cair a pique. Seria culpa dela? Não seria? São retóricas. A verdade é que o Verão de 2009 lhe deu para perceber que não poderia mais continuar ali. 
E assim surgiu a Banda Lanhelense na sua vida.
Desde então a sua vida ganhou outras cores. Conheceu gente extraordinária. 
Hoje em dia, a Andreia tem 19 anos e vive apaixonada pela vida. Atravessa e atravessou momentos muito complicados a nível pessoal, mas não se lhe nota. Consegue estar sempre com um sorriso estampado na cara e com uma gargalhada sonora pronta a emergir. Mas, por vezes, tem os seus momentos de fraqueza, onde lhe é impossível esconder o que lhe vai dentro. Apesar de ser forte, não é de ferro.
A maior tristeza dela é que nem toda a gente a saiba valorizar. Não suporta a ideia de ser tratada como um brinquedo. Daqueles brinquedos que só se usam quando se tem por perto mas que depois se arruma do armário e, enquanto não se voltar a ver, nem passa pela cabeça que ele existe. Mas ele está lá.
É agora uma jovem adulta com a cabeça no lugar. Sabe que tem os melhores amigos do mundo. Sabe o que quer e o que não quer. Sabe que tem a força de um vulcão dentro de si e que pode concretizar todos os seus sonhos. 
E sabes porque é que ela sabe estas coisas todas? Porque agora pode não estar a ter a vida mais fácil que desejaria, mas sabe que, um dia, foi o espermatozóide mais rápido, forte, potente e perspicaz de todo o grupo.