quinta-feira, 29 de outubro de 2009

As fases do amor

Olá...!
Antes de começar nas minhas "divagações" devo dizer que ontem não fiz nenhuma postagem porque estive no aniversário da Mónica e não cheguei a horas de me inspirar. 
Mas pronto... Cá estou eu novamente...!
Não é que eu, neste preciso momento, seja a pessoa mais conveniente para falar disto, mas a verdade é que hoje me está a apetecer falar sobre AMOR. Sim, aquele sentimento que julgo ser o mais profundo de todos.
No meu entender, amor passa por fases muito diferentes ao longo do seu desenvolvimento, assim como muitas outras coisas que fazem parte da vida. Quando começa, é como um conto de fadas... Nada parece estar fora do compasso... Tudo flui de modo harmonioso e perfeito....
Mas, como a perfeição é um ideal que só existe no nosso desejo, à medida que começam a desfazer-se as ilusões e fantasias criadas pela nossa "massa cinzenta", o pólo contrário começa a surgir. 

Visto que a mente tem dois lados (bom e o mal) e baseia-se nos opostos, o encanto inicial é substituido pela decepção e pelo sentimento de que os nossos sonhos foram traidos.
Além disso, as qualidades que estupidamente viamos no outro, passam para segundo plano e os defeitos assumem uma posição de destaque. 

Se o nosso lado sensato conseguir predominar, ultrapassaremos esta etapa e passamos a avaliar o nosso parceiro exactamente como ele é, ou seja, um ser humano que, assim como nós mesmos, vivência acertos e tropeços.
Os que ainda são imaturos, insistirão em encontrar aquele ser perfeito que virá realizar todos os seus sonhos, sentindo muita raiva e frustração ao descobrirem que a pessoa na qual depositaram todas as suas esperanças, não conseguiu realizar aquilo com que sempre sonhou.
Amar exige um conhecimento profundo de si mesmo. Apenas e só deste modo poderemos entender e conhecer o outro ser humano. 

A única possibilidade de alcançar o equilibrio na relação com o outro é aceitá-lo como é e mostrar-se sem qualquer máscara. Mas isto serve para qualquer área... Devemos ser sempre nós mesmo e nunca ser quem querem que sejamos...!  E nunca podemos exigir do outro aquilo que nós mesmos não podemos cumprir...!

É apenas quando abandonamos a fase da ilusão e vivenciamos o amor de forma madura que podemos vislumbrar a real dimensão que o amor pode assumir e experimentá-lo como uma das mais gratificantes experiências que a vida tem para nos oferecer.

* * * * * Até amanhã * * * * *

2 comentários:

Anónimo disse...

Olaaa! Concordo a 100% cntg!! =)
Os contos de fadas sao para aqueles q dormem... Mas isso nao impede o amor de ser magico... Porque, cmo tu bem dizes, há uma fase em q começamos a ver mais os defeitos (eu ja passei por isso-e ultrapassei), mas depois de essa fase acabar, acho que tudo volta a ser maravilhoso.. Pelo menos e assim cmg... Nao podes deixar de admirar ou gabar aquela pessoa q e TUA... de certa forma... E, ao contrario do que e normal, quando essa pessoa alcança os seus objectivos nao sentimos inveja-cmo mtas pessoas sentem por outras- mas sim orgulho e partilhamos a felicidade... O amor é realmente um sentimento mágico... Talvez por ser aquele que, se tu das, tens a certeza que vias receber exactamente (ou quase) o mesmo da tal pessoa... E isso faz-nos sentir bem e seguros... É só a minha opinião...XD
Bah! Beijinhos,
Bárbara*

Anónimo disse...

"O amor é inseparável da morte. Sabes que amas porque te esqueceste de que existes; porque morreste para ti mesma, para viveres naqueles que amas. Se eles estiverem bem, então tu estás bem, ainda que estejas mal. Amar é dares-te. É não pensares em ti. É não quereres saber dos teus gostos, do teu bem-estar, do teu descanso, dos teus projectos, do teu futuro, por andares muito ocupada em construir aqueles que te rodeiam. É veres nessa morte para ti mesma o sentido e a plenitude da tua existência. Quanto mais deres de ti, quanto mais te doer o teu amor, mais alegria terás. E mais paz. Porque amas mais. (Paulo Geraldo)"